OBJETIVO DA PÁGINA

Esta página tem por objetivo apresentar aos agentes de pastoral, ministros e fiéis a nova edição do Missal Romano em língua portuguesa (3ª edição típica), publicada oficialmente no Brasil em 2023, destacando suas novidades, fundamentos e diferenças em relação à edição anterior, em vista de uma melhor compreensão e vivência da Liturgia Eucarística.

          O Missal Romano é o livro litúrgico oficial da Igreja Católica que contém todas as orações, antífonas, preces e instruções para a celebração da Santa Missa. Ele é fruto da renovação conciliar do Vaticano II e tem como base a edição típica publicada em latim, pela Santa Sé, e adaptada para as línguas de cada país. A primeira edição típica pós-conciliar foi promulgada por São Paulo VI em 1970, seguida da segunda edição em 1975. A terceira edição, com atualizações teológicas, litúrgicas e pastorais, foi publicada em 2002 por São João Paulo II, com edições posteriores revistas. No Brasil, a edição oficial em português foi aprovada pela CNBB e reconhecida pela Santa Sé em março de 2023, entrando em uso obrigatório a partir de 2024..


       O longo processo de tradução, desde seu início até sua aprovação pela 59ª Assembleia Geral da CNBB (Aparecida/SP, de 28/08 a 02/09/2022), suscita louvor e gratidão a Deus por todas as pessoas que tomaram parte deste Ritual, movidas por grande amor pela Igreja e sua Liturgia, a qual tem por centro a celebração do mistério eucarístico. O Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, segundo suas competências, confirmou a presente tradução no dia 17 de março de 2023.


      O Missal é fruto daquele desejo da Igreja de realizar uma acurada reforma geral da Liturgia, “para que o povo cristão possa receber com maior segurança graças abundantes na sagrada Liturgia” (SC 21). Ele garante a intrínseca relação entre lex orandi - lex credendi, pois a Igreja crê o que celebra. Por isso, no processo de tradução, houve um cuidado meticuloso para buscar as expressões mais adequadas que assegurassem fidelidade ao texto oficial latino, à língua portuguesa e à mentalidade cultural brasileira.

Estrutura Interna do Missal


  1. Próprio do Tempo (Ciclo Cristológico): Contém os formulários dos Tempos Fortes (Advento, Natal, Quaresma, Tríduo Pascoal, Páscoa) e do Tempo Comum.
  2. Ordinário da Missa: Núcleo da celebração eucarística (Ritos Iniciais, Liturgia da Palavra, Liturgia Eucarística e Ritos Finais).
  3. Próprio dos Santos e Comuns (Ciclo Eclesiológico): Celebrações das memórias, festas e solenidades dos santos, além das missas rituais, votivas e para diversas necessidades.

Principais Mudanças na 3ª Edição Brasileira


a. Aspectos Formais e Materiais

  • Dimensões: Aumento para 20cm x 28cm (anteriormente 17cm x 24cm).
  • Paginação: 1.264 páginas (anteriormente 1.087 páginas).
  • Gramatura do Papel: 80g/m (evitando transparência nas artes coloridas).
  • Fitilhos: 6 fitas de marcação vermelhas.
  • Projeto Gráfico: Impressão policromática com gravuras litúrgicas originais.


B. Aspectos Teológicos e Textuais

  • Sequência Sequencial das Ferias: No Advento e na Quaresma, as missas ferais estão inseridas logo após o respectivo domingo, eliminando a necessidade de folhear o livro entre seções distintas.
  • Fidelidade e Sonoridade: Correção de fórmulas textuais para assegurar a harmonia entre a lex orandi (regra da oração) e a lex credendi (regra da fé).
  • Sinal Próprio (B): O símbolo (B) indica inclusões aprovadas pela CNBB e confirmadas pela Santa Sé especificamente para o Brasil (inculturação litúrgica).


A tradução dos textos litúrgicos deve exprimir fielmente o sentido do texto latino, respeitando a índole da língua vernacular, de modo que a Palavra de Deus ressoe com clareza na assembleia celebrante.


Instrução Liturgiam Authenticam, n. 19 

Objetivos da edição


           Dessa terceira tradução Edição típica do Missal Romano principalmente para Brasil:

  • uma dupla finalidade: do latim ao português para que tivesse uma fidelidade, mas que também não fosse uma fidelidade literal porque muitas vezes a tradução não exprime o conteúdo daquele rito. Então foi preciso adequar para que ela tivesse um sentido para a nossa língua;
  • a questão da proximidade cultural
  • a proclamabilidade, poesia e sonoridade,
  • e a colegialidade do episcopado porque todos, apesar da CETEL ter feito esse trabalho, mas é todo episcopado que se envolve. Todo episcopado teve oportunidade de sugerir de falar, de olha essa palavra aqui no latim é isso aqui vocês traduziram assim e por foi um trabalho de mais de 400 bispos, não foi uma pessoa, não foi um grupinho de dois ou três foi um trabalho de fato dessa colegialidade mostrando essa a unidade da igreja.


         Essa nova edição não é apenas uma mudança de palavras, mas uma renovação espiritual. Reflete a busca por fidelidade à tradição litúrgica da Igreja e ao mesmo tempo por maior clareza pastoral para o povo de Deus.


“A liturgia deve ser bela, compreensível e fiel. A nova tradução do Missal busca ser essa ponte entre o Mistério celebrado e a assembleia que o vive.” 
(CNBB, Apresentação da 3ª Ediçã
o)



Mudanças na 1° parte - Próprio do tempo

Novos elementos do ciclo Cristológico no ciclo do Natal
CICLO DA PÁSCOA

a) Anúncio da Páscoa       


          Temos um novo texto para o anúncio da Páscoa na Epifania que estão lá nos apêndices. O padre ou o diácono pode proclamar aí esse anúncio da Páscoa e das datas móveis. Nós já tínhamos apenas um formulário que ficava no diretório da liturgia e agora ele veio para dentro do Missal para dizer é importante que se faça. E agora tem uma outra fórmula também que o padre pode escolher na epifania do Senhor. Após a proclamação do Evangelho O diácono ou o Cantor conforme a antiga tradição da santa igreja proclama do ambão as festas móveis do ano corrente de acordo com este texto. E ali vai trazer todas as datas importantes que nós celebramos na liturgia.


b) Orientações       

           

      Temos também orientações para o tempo da Quaresma. Se pegarmos na segunda edição nós tínhamos apenas dois parágrafos que falava desse tempo, agora temos inúmeras orientações que foram colocadas. Os padres, as equipes de liturgia quando forem se preparar pro tempo da Quaresma vale a pena pegar e ler todas essas rubricas, essas orientações que foram acrescidas ao Missal.


c) Orações sobre o povo    

           

          Foram colocadas orações sobre o povo desde a quarta-feira de cinzas até a missa da quarta-feira da semana Santa. Quase todas elas foram trazidas, recuperadas do Missal de Pio quinto.

 O que que são essas orações sobre o povo? São orações do qual o padre vai interceder, vai pedir pro povo penitente que tá ali vivenciando esse tempo da Quaresma.

No início da oração podemos ver a rubrica do Bezinho que é uma orientação que o Brasil colocou para que como a gente não tinha o costume de fazer essa bênção para que os padres pudéssemos saber certinho como fazer e criar uma unidade coma igreja.


d) Lava-pés

   

         No Lavapés antes na segunda edição nós tínhamos as pessoas escolhidas, nós tínhamos os homens escolhidos, o Papa Francisco já tinha mudado isso e agora tá colocado aqui que não são só homens, mas podem ser mulheres crianças, enfim para a missa do Lava-pés, aqueles 12 que terão os pés lavados.



e) Formulário para os dias da semana   

          Depois missas dos dias de semana formulários completos assim como no tempo do advento. Então nós vamos ter lá primeiro domingo da Páscoa depois segunda terça quarta e quinta. Á organização se tornou melhor, mais fácil. 


f) II Domingo da Páscoa

   

      A adequação ao segundo domingo da páscoa ou da Divina Misericórdia porque era uma festa instituída pelo Papa São João Paulo II que não estava no nosso Missal porque foi publicado antes, agora então já fez foi feita essa adequação. 


g) Pentecostes

Em Pentecostes nós temos a missa da vigília e tínhamos a missa do dia e nós tínhamos a missa da vigília em forma prolongada que ficava lá no apêndice, assim como na vigília Pascal nós tínhamos lá várias leituras com seus Oremos, no apêndice nós tínhamos essa vigília prolongada que agora para valorizar ela vem pro corpo do texto.

Então vai ter lá a missa da vigília aí vai ter o formulário da missa da vigília em forma prolongada e a missa do dia e nós vamos ter as orientações de como fazer essa missa.  



 Mudanças na 2° parte - Ordinário da Missa

MUDANÇAS SENSÍVEIS NA LINGUAGEM

a) Saudação inicial

   

           Temos uma nova fórmula para saudação Inicial, típica para o Brasil (possui a letra B ao lado da saudação. Tínhamos várias fórmulas que o padre usava na saudação, agora teremos essa nova que tem como inspiração o livro do apocalipse a passagem Ap. 1,8: a graça e a paz daquele que é que era e que vem estejam convosco e nós respondemos: bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo. Mais uma opção para os padres fazerem na saudação inicial da missa.


b) Ato Penitencial

   

        No Ordinário da Missa: A mudança na primeira forma do Ato Penitencial, o Confesso a Deus: “por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa”, respeitando o original latino; Houve uma pequena mudança na oração proferida por toda assembleia quando professa o ato penitencial, recuperando a fórmula originária.  Na segunda edição tinha sido suprimido uma minha culpa, mas o número três na tradição da igreja significa Plenitude, ele é simbólico.


c) oração do dia (coleta)   

       

         Vamos ter um acréscimo muito interessante na conclusão da oração, tornando-se um pouquinho maior. Nela se proclama duas verdades de fé de uma forma mais clara:

  • A divindade de Jesus;
  • A explicitação do dinamismo trinitário. O dinamismo da Santíssima Trindade em todos os tempos.


2° EDIÇÃO: Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo

3ª EDIÇÃO "Por Nosso Senhor Jesus Cristo o vosso filho que é Deus e que convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os Séculos dos séculos."


d) Invocação antes da oração sobre as oferendas   

       

         Alteração no texto, com a separação da descrição do sacrifício do sacerdote e do povo, pois cada um possui um sacrifício específico.


2ª EDIÇÃO: Orai irmãos e irmãs para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, todo poderoso.

3ª EDIÇÃO: Orai irmãos e irmãs para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, todo poderoso.




ORAÇÕES  EUCARÍSTICAS

a) Prefácio

   

     Foram mantidos os 10 prefácios, acrescidos à 2ª edição típica e acrescidos 12 novos prefácios.


     Os prefácios dos anjos e de São José que ficavam no bloco dos prefácios, agora vão para o ciclo eclesiológico. O prefácio de São José vai para festa de São José, o Prefácio dos Anjos vai para a festa dos anjos.

     Doze prefácios que foram acrescentados: Depois da Ascensão do Senhor; Domingos do Tempo Comum X; Matrimônio; Bem-Aventurada Virgem Maria III, IV e V; Mártires II; Santos Pastores II; Doutores da Igreja I e II; Comum VII, VIII e IX;

b) Oração eucarística I

                   

       Nas orações eucarísticas algumas respostas foram suprimidas, em particular na oração eucarística I e na III, porque tínhamos algumas orações que acabavam quebrando o texto.


     Então só para termos um exemplo: vejam que no meio aí tem a resposta do povo: abençoai nossa oferenda, ó Senhor, essa oração foi suprimida. Observamos que foram acrescidas algumas palavras, dando mais solenidades à oração.


c) Virgem Maria

       

        Na oração eucarística I, também tivemos uma significativa alteração, dando maior dignidade a Virgem Maria, especificando a importância dela para Igreja.


d) Oração para livrar da condenação. 

       

         Nesta oração especifica-se qual é a condenação. Ou seja, não é qualquer condenação, não é a condenação do próximo nem a própria condenação, mas a condenação eterna, pedido para livrar do inferno.


e) Epiclese                   

       

        Na epiclese foram acrescidas algumas palavras visando aproximar mais do texto original em latim.


f) Introdução as palavras de Jesus

                   

   Também uma alteração significativa, acrescentando antes da palavra "mãos" os adjetivos santas e veneráveis, dignificando ainda mais a mão que abençoara, mão que curaram, mãos que foram transpassadas pelos cravos.


  A mesma coisa ocorre antes da consagração do cálice.


g) Aclamação                   

       

   Antes o padre falava: Eis o mistério da fé e a nós tínhamos três respostas que a gente poderia dar:

- anunciamos senhor a vossa morte...

- todas as vezes comemos deste pão...

- Salvador do mundo...


Agora a resposta vai ser determinada pela fórmula ou pela introdução que o padre fizer.
Não tem mais “Eis” , porque às vezes dava a impressão de que o mistério da Fé era a questão da transubstanciação simplesmente, mas não, o Mistério da fé é o mistério de todo o projeto salvífico do qual a Presença real faz parte. Temos essas três fórmulas:

- Mistério da Fé.

   Resposta: - anunciamos senhor a vossa morte...

- Mistério da Fé e do amor.

   Resposta: - todas as vezes comemos deste pão...

- Mistério da Fé para salvação do mundo.

   Resposta: - Salvador do mundo...

h) Epicelse sobre o povo

       

          Se encontra logo após a consagração, que é o momento em que o sacerdote pede a Deus que, pela ação do Espírito Santo, transforme os fiéis em oferta viva e os una na comunhão.

  • Antes (2ª edição): “...e o Espírito Santo vos una num só corpo...”
  • Agora (3ª edição típica brasileira): “...e, por meio do Espírito Santo, vos torne numa só oferenda, a fim de alcançarmos a herança eterna com os vossos eleitos...”


         Significado Teológico da Mudança: A nova formulação está mais próxima do original latino: “ut nos in una oblatione perficiat” (“para que Ele nos torne numa só oferenda”).


         Essa mudança aproxima a tradução brasileira da intenção teológica original: a de que, unidos ao sacrifício de Cristo, nos tornamos também nós próprios uma oferenda espiritual a Deus (cf. Rm 12,1). Ou seja, não apenas somos unidos, mas somos transformados em sacrifício vivo, em comunhão com Cristo.



3° parte - Próprio dos Santos

a) Novos formulários

       

       Também teremos diversos formulários novos para as missas, para as diversas circunstâncias. Então se nós vamos fazer uma missa, em especial pelo aniversário do casamento de alguém, a gente vai ter orações: oração da coleta, oração sobre as oferendas, oração pós-comunhão. Formulários próprios pelas famílias, pelos religiosos sobretudo nos seus jubileus, pelas vocações à Vida Religiosa e as ordens Sacerdotais, para pedir castidade e também qualquer necessidade.


b) Bem-aventurada Virgem Maria                   

       

         Também uma mudança na nomenclatura da Bem-aventurada Virgem Maria resgatando aquilo que é o Dogma Mariano, então bem-aventurada Virgem Maria de Lourdes, de Fátima, de Guadalupe, da Conceição Aparecida. Então esse ajuste também porque antes era apenas Nossa Senhora, Nossa Senhora Aparecida. Agora é Bem Aventurada tornando um pouco mais teológico essas nomenclaturas.


c) Novos Santos

       

        Inúmeros novos Santos que foram acrescidos, porque desde a publicação da segunda edição até hoje, foram canonizados muitos Santos sobretudo no Brasil que na segunda edição não tínhamos nenhum Santo canonizado, tínhamos apenas alguns beatos e agora esses nomes então foram colocados.


Novos santos incluídos no Calendário Universal

  1. Santíssimo Nome de Jesus (3 de janeiro)
  2. Santa Josefina Bakhita (8 de fevereiro)
  3. São Gregório de Narek (27 de fevereiro)
  4. São João de Ávila (10 de maio)
  5. Bem-aventurada Virgem Maria de Fátima (13 de maio)
  6. São Cristóvão Magalhães e comp. mártires (México, 21 de maio)
  7. Santa Rita de Cássia (22 de maio)
  8. São Paulo VI (29 de maio)
  9. Santo Agostinho Zhao Rong e comp. mártires (China, 8 de julho)
  10. Bem-aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo – atualização: festa
  11. Santa Maria Madalena – atualização: festa
  12. São Charbel Makhluf (Líbano, 24 de julho)
  13. Santos Irmãos marta, Maria e Lázaro (29 de julho)
  14. Santa Teresa Benedita da Cruz (9 de agosto)
  15. São Ponciano e Santo Hipólito (12 de agosto)
  16. Santíssimo Nome da Bem-aventurada Virgem Maria (12 de setembro)
  17. Santa Hildegarda de Bingen (17 de setembro)
  18. São Pio de Pietrelcina (23 de setembro)
  19. Santa Faustina Kowalska* (6 de outubro)
  20. São João XXIII (11 de outubro)
  21. São João Paulo II (22 de outubro)
  22. Santa Catarina de Alexandria (25 de novembro)
  23. São João Diego (9 de dezembro)
  24. Bem-aventurada Virgem Maria de Loreto (10 de dezembro)
  25. Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja – memória a ser celebrada na segunda-feira após Pentecostes.

Calendário Próprio do Brasil

  1. São José de Anchieta (9 de junho)
  2. Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus (9 de julho)
  3. Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires (17 de julho)
  4. Santa Dulce Lopes Pontes (13 de agosto)
  5. Santos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, presbíteros, Mateus Moreira, leigo, e companheiros mártires (3 de outubro)
  6. São Benedito, o Negro (5 de outubro)
  7. Nossa Senhora da Conceição Aparecida (12 de outubro)
  8. São Pedro de Alcântara (19 de outubro)
  9. Santo Antonio de Sant’Ana Galvão (25 de outubro)
  10. São Roque González, Santo Afonso Rodríguez e São João del Castillo (19 de novembro)
  • BIBLIOGRAFIA

    • ALVES, César Thiago do Carmo. Ao pai, por Cristo, no Espírito: Tópicos de teologia trinitária no Missal de Paulo VI. Tese (Doutorado) - Programa de Pós-Graduação em Teologia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), Belo Horizonte, 2021.
    • BOSELLI, Goffredo. O sentido espiritual da liturgia. Brasília: Edições CNBB, 2014.
    • GIRAUDO, Cesare. Num só corpo. Tratado mistagógico sobre a eucaristia. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
    • FRANCISCO, Papa. Carta Apostólica Desiderio Desideravi – Sobre a formação litúrgica do povo de Deus. Brasília: Edições CNBB, 2022.
    •  BENTO XVI, Papa. Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramento Caritatis,  São Paulo: Paulinas, 2007.
    • CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. Missal Romano. Brasília: Edições CNBB, 2023.
    • ______. Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário. Brasília: Edições CNBB, 2023.
    • Sacrosanctum Concilium, Constituição sobre a Sagrada Liturgia (Concílio Vaticano II, 1963)
    • CNBB – Apresentações e vídeos oficiais sobre a nova edição do Missal

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